
Tiro um retrato com a velha máquina,
a mesma máquina que sempre deixo em cima da mesa,
a mesma mesa que sempre vi desde criança,
a mesma máquina que sempre deixo em cima da mesa,
a mesma mesa que sempre vi desde criança,
a mesma mesa em que me lembro sorrir,
e sinto tudo tão longe de mim,
e sinto tudo tão longe de mim,
com sabor a saudade.
1 comentário:
É bonita esta saudade, que contém a nossa história, os objectos e as imagens da infância, de todo o percurso até à vida adulta.
Nós guardamos tudo no mais fundo da nossa memória, são as nossas relíquias, os ambientes associados às nossas raízes.
Bem haja por partilhar connosco.
Beijinhos
Enviar um comentário